Novas Tecnologias para o Diagnóstico de Doenças

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A arte da medicina anda desde sempre de mão dada com o Homem. Procurar a cura para qualquer enfermidade é um dos princípios básicos da sobrevivência humana. Desde a pré-história até aos dias de hoje a História da Medicina é extremamente rica em termos de evolução.

Na nossa era, cada vez mais, as novas tecnologias entram pela nossa porta adentro e auxiliam-nos no nosso dia a dia, tanto profissionalmente como no lazer. Assim, não se pode considerar surpresa nenhuma o facto desta tendência também estar presente na medicina, permitindo a prevenção e diagnóstico precoce de doenças facilitando o tratamento das mesmas.

Hoje em dia, existem aplicações para o telemóvel que nos ajudam a controlar  desde a alimentação aos sinais vitais. Outras que ajudam os médicos fornecendo informações actualizadas sobre sintomas, tratamento, medicamentos e exames de diversas doenças. Logo, surgiu um novo modelo de diagnóstico que apresenta soluções mais rápidas e cómodas aos pacientes, como possibilitam intervenções e tratamentos mais apropriados.

Diversas instituições de saúde introduziram novos avanços tecnológicos nas suas instalações, tais como, Impressoras 3D e 4D, chips, wearables, cirurgia robótica, órgãos artificiais e nanotecnologia, entre outras.

O serviço tele-saúde também contribui para uma evolução bastante positiva. Permite o acompanhamento à distância dos doentes, não sendo necessário os mesmos, especialmente quando se trata de doenças crónicas, terem de se dirigir ao posto médico constantemente.

A biotecnologia e seu desenvolvimento tem criado as condições ideais para o aparecimento de novos medicamentos para o tratamento de doenças como o cancro, diabetes e mais.

Já se consegue transformar as células estaminais (possuem a capacidade de se dividir originando duas células semelhantes à original) provenientes de diversos órgãos para ajudar no combate de doenças.

As novas tecnologias aplicadas à medicina contribuem para que pesquisadores e profissionais de saúde possam:

– Decidir e diagnosticar de forma mais precisa e rápida;

– Facultarem tratamentos com mais exactidão, efectivos e seguros;

– Prevenir doenças e fazer diagnósticos precoce;

– Fazer exames com mais rigor e em tempo real;

– Facultar tratamentos menos agressivos;

– Acompanhar mais pormenorizadamente doentes crónicos.

A nível de gestão e eficiência das instalações médicas, também foram introduzidas inovações tecnológicas que permitem à parte administrativa maior organização, desde o agendamento dos pacientes, seu registo electrónico e historial clínico até à gestão dos recursos humanos e financeiros, passando por sistemas de informações de imagens médicas e laboratoriais.

É importante que este acesso às tecnologias médicas cheguem a todos, mas para tal é necessário uma redução de custos e popularizar estas. É essencial dominar e desenvolver novas e mais eficientes formas de terapias para o bem comum. Como se costuma dizer, a saúde não tem preço. Também não se pode esquecer do importante e fundamental papel da Organização Mundial de Saúde que procura promover a saúde a todos os povos tentando controlar surtos de diversas doenças.

Daqui a uns anos como serão as instalações hospitalares? Como serão as relações médico/paciente? Que novas doenças surgirão e como serão tratadas? Qual será a esperança média de vida? Estas e muitas questões se colocam sobre esta parceria Medicina/Tecnologia.

No futuro mais equipamentos e soluções médicas irão surgir, o Homem deve estar consciente que estas são ferramentas importantes para a saúde humana e todos nós devemos estar preparados e saber como utilizar as mesmas em nosso benefício.

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